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Os meninos do Jardim de infância de Ameiras de Cima construiram uma história muito bonita através de objectos de metal. Ora leiam e dêem a vossa opinião:

Personagens da história
Maçaneta da porta – mineiro João
Chave – cavalo
Tampas de galheteiro – Mineiro Pedro
Relógio – Burro
Batente de porta – vaca
Dobradiças do armário – Margarida e Josefa

Os dois mineiros e a Vaca
Era uma vez um mineiro que se chamava João e foi trabalhar para as minas do Lousal.
O João foi de comboio com os amigos e colegas para a mina.
Quando lá chegaram, encontraram o Pedro que estava muito preocupado.
- Está uma vaca dentro da mina! E não quer sair. Está feita teimosa! – Disse o Pedro.
O João disse: - já sei o que fazer. Vamos buscar um cavalo.
- Mas como tiramos a vaca de dentro da mina? – Perguntou o Pedro.
- Pomos uma corda à volta da vaca e como o cavalo puxamos.
E assim fizeram.
Puxaram, puxaram, mas não conseguiram.
A vaca era pesada e estava muito assustada.
A vaca mugia, o cavalo relinchava e o barulho era imenso.
O mineiro João resolveu ir procurar alguém que os conseguisse ajudar.
A meio do caminho encontrou duas irmãs que eram gémeas: eram a Margarida e a Josefa. Que eram conhecidas na aldeia por serem capazes de resolver todos os problemas.
- Está uma vaca dentro da mina, e não quer sair! – Disse o João.
- Vamos já tratar do assunto – disseram as irmãs ao mesmo tempo.
- E já lá está um cavalo com uma corda mas mesmo assim, a vaca não sai!
- Ai não? Pois nós vamos tirá-la de lá.
Foram a casa, e enquanto a Margarida foi buscar um cesto, a Josefa foi apanhar ervas bem verdinhas e fresquinhas,
Depois passaram pelo estábulo e trouxeram o burro, e em cima dele colocaram a cesta com as ervas.
Dirigiram-se para a mina.
Quando lá chegaram, o burro pôs-se à frente da entrada da mina e a cheirinho da erva fresquinha chegou ao nariz da vaca.
Como ela estava cheia de fome, começou aos pulos e saiu toda apressada para comer as ervas.
Os mineiros ficaram todos felizes porque já conseguiam ir trabalhar.
Vitória vitória acabou-se a história.



Hoje a Be deslocou-se à EB1 do Lousal para desenvolver um conjunto de actividades de promoção de leitura e escrita com a turma da professora Margarida Freire.
No primeiro momento da manhã, os meninos estiveram com muita atenção a ouvir a explicação que a Zé deu sobre a actividade " O Comboio das palavras" . Depois em grande grupo, foi ver qual deles conseguia dizer mais palavras a iniciar com a ultima silaba da palavra anterior,
Depois de um recreio bem merecido foi tempo de ouvir uma bonita história de Natal " As renas do Pai Natal"
No final, ouviram e aprenderam duas musicas: "A rena do nariz vermelho" e"cai neve"
Foi uma manhã bem passada, e ficou já agendada uma próxima visita para o 2º período!

Hoje os meninos da eb1 de aldeia Nova de S. Lourenço criaram mais uma história, desta vez partindo das seguintes pistas:
Herói- marinheiro
Onde vive - casa andante
Objecto mágico- novelo de ouro
os maus vêem para atrapalhar - lagartos de muitas cores
e assim começa a história....



No tempo em que os animais falavam, havia um marinheiro que tinha um barco cor-de-laranja e que ia de viagem para África. O barco chamava-se Vipper, porque andava muito depressa. E era muito especial: o Vipper podia transformar-se numa casa andante. Quando andava no mar era um barco e quando estava em terra era uma casa andante.
A viagem correu bem mas, quando chegou a África sentiu-se perdido. Encontrou um índio que lhe deu um novelo de ouro para lhe indicar o caminho. O novelo dava sorte; era mágico!
O marinheiro meteu-se a caminho pela floresta mas, encontrou um grupo de lagartos pintados de muitas cores, muitas pintas e patas, com línguas muito compridas.
Os lagartos estavam cheios de fome e queriam comer o marinheiro. Mas, este como levava o novelo de ouro pediu um desejo: que fizesse com que os lagartos começassem a gostar de insectos. Disse uma palavra mágica e a partir daquele momento os lagartos não o incomodaram mais.
O marinheiro encontrou um lugar especial cheio de árvores e flores para colocar a sua casa andante e ali ficar a viver para sempre.


Digam lá que não são uns verdadeiros artistas!